segunda-feira, 16 de julho de 2012

A lua e a lama

 
   Houve um silêncio incontido na terrível discrepancia
   Enquanto andava reflexivo  e inconstante
   Ao observar o reflexo da beleza tão distante
   E assustarme com a heterogênea união a distancia.
   
   Era um amor supreendentemente lírico e voraz
   De um lado; um ser rebaixado ao desprezo humilhante
   Do outro; um ser sublime e exaltado, de beleza apaixonante
   Envolvidos num amor como os de muito tempo a trás.

   Era a lama no chão,
   Se derramando em paixão,
   Cruzando os meus passos, estendida na rua.

   Era a lama que ninguém da valor,
   Que apesar de seu dissabor,
   Fazia amor, com o reflexo que tinha da lua.

4 comentários:

  1. Uau. Encantadíssima!

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  2. Obrigado pela visita Wanderly Frota, pelo comentario e também por me proporcionar a oportunidade de conhecer seu blog. Amei, seus textos tem um lírismo encantador, me atraiu. Seja bem vinda!

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  3. Tuas poesias estão cada vez melhores, parabéns!

    http://fazdecontatxt.blogspot.com.br

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